Pois é, acabou com meu jardim...
Onde antes existia flores, cores, vida, agora encontra-se o caos.
De tão destruído, não se sabe mais o que é de que cor, que forma é de que, que cadáver é de quem... Um tumulto só!
O solo tá todo revirado. Fértil, mas revirado.
A casa? Até que tá bem... Continua firme, forte e aconchegante.
Falta o brilho do jardim, mas nada que não possa ser resolvido! Ela ainda tem seu charme...
Mas o jardim? Ah, o jardim morreu.
Então, me faz um favor?
Vai ali, em algum lugar, fazer alguma coisa, enquanto eu cuido dele? Sério.
Me deixa aqui recolhendo os destroços, juntando as pedrinhas, retirando as flores mortas, me adaptando a nova paisagem...
Prometo que, quando meu céu se abrir e eu conseguir lembrar de como esse jardim foi bonito, te convido pra um cafezinho.
Mas até lá, deixa eu me virar sozinha?
Sozinha, hein!
Obrigada.
E não se preocupe, a casa tá bem.
Onde antes existia flores, cores, vida, agora encontra-se o caos.
De tão destruído, não se sabe mais o que é de que cor, que forma é de que, que cadáver é de quem... Um tumulto só!
O solo tá todo revirado. Fértil, mas revirado.
A casa? Até que tá bem... Continua firme, forte e aconchegante.
Falta o brilho do jardim, mas nada que não possa ser resolvido! Ela ainda tem seu charme...
Mas o jardim? Ah, o jardim morreu.
Então, me faz um favor?
Vai ali, em algum lugar, fazer alguma coisa, enquanto eu cuido dele? Sério.
Me deixa aqui recolhendo os destroços, juntando as pedrinhas, retirando as flores mortas, me adaptando a nova paisagem...
Prometo que, quando meu céu se abrir e eu conseguir lembrar de como esse jardim foi bonito, te convido pra um cafezinho.
Mas até lá, deixa eu me virar sozinha?
Sozinha, hein!
Obrigada.
E não se preocupe, a casa tá bem.
(Maryana Santana)

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